A exemplo de outros anos o Partido Socialista organiza uma vez mais um jantar nas festas em Honra da Nossa Senhora da Boa Viagem.
O Jantar ocorrerá no dia 15, domingo, data do encerramento das Festas nas quais participam milhares de pessoas e que fazem dela uma das festas mais concorridas da região.
Cronograma:
– 20h Jantar com os candidatos;
– 21h30 Concentração junto ao Stand do PS na Feira
Local: Restaurante Santos Paladares, Rua 5 de Outubro, Moita
Custo: 12,5€
Inscrições: 927 165 247 / 936 056 582
Formulário de Inscrição : https://forms.gle/5R7WtiEQAx5MKdH38
Participe!
“Assunto: Transporte público rodoviário. Autocarro 333, dos TST, Vale da Amoreira (Moita) – Gare do Oriente (Lisboa). Avaliação da procura e Apreciação da oferta: pedido de informação.
A opção de viajar no transporte coletivo deve ser incentivada porque constitui uma forma sustentável de substituir o transporte privado com as suas inúmeras vantagens.
A introdução do passe único no território da Área Metropolitana de Lisboa (AML), bem como em todo o continente, foi, por certo, uma das medidas mais importantes da democracia, com efeitos muito significativos particularmente nos planos social e ambiental.
Sendo certo que se trata de um processo de instalação exigente onde Governo e Municípios estabelecem, através das organizações dos Municípios como as Áreas Metropolitanas e as Comunidades Intermunicipais, numa parceria saudável e proveitosa para os cidadãos, é importante que, até à conclusão do mesmo, exista capacidade de corresponder às necessidades. É afinal essa a expetativa dos utentes e, por certo, a genuína vontade dos promotores e dos apoiantes do PART – Programa de Apoio à Redução Tarifária. Ou seja, sabendo-se que vão ser lançados concursos públicos e internacionais para efeitos de garantia da oferta futura de transporte rodoviário coletivo e que o processo administrativo-burocrático
A ‘carreira’ 333, da operadora Transportes Sul do Tejo, com início de marcha no Vale da Amoreira e que tem como destino a Gare do Oriente, em Lisboa, atravessando o concelho de Moita, e alguma parte do concelho de Montijo, no distrito de Setúbal, é estratégica e fundamental para um número expressivo de cidadãos.
Acontece que tudo indica que com a introdução do passe social único a mesma carreira, que já apresentava alguns problemas, começou a ter procura acrescida e, portanto, a ficar lotada logo no Vale da Amoreira quando existem ainda mais 7 paragens dentro do concelho da Moita/Montijo. Esta situação tem gerado fortes constrangimentos na deslocação dos utentes e muitas reclamações, compreensíveis. Em boa hora a ação da Área Metropolitana de Lisboa, em representação da vontade dos autarcas dos municípios, e certamente no respeito pelas diversas e diversificadas manifestações que lhe chegaram, quer dos cidadãos , quer de outros intervenientes onde fizemos questão de estar, implementaram já reforços. Os de segunda-feira ao serem efetuados a partir do Vale da Amoreira não resolveram os problemas da freguesia da Moita que vieram a minorar, já na quarta feira, com os reforços, a partir da chamada paragem da bomba de gasolina, pelas 6h30 e pelas 7h.
Ora, se para essa hora da manhã se regulou a situação , subsistem ainda assuntos que merecem ponderação e tratamento. Face a essa constatação desenvolvemos uma análise das reclamações que nos têm chegado e buscámos elementos importantes para a análise , em diversos fóruns, destrancando um grupo interno criado numa rede social e denominado 333 utentes Moita.
Temos, por isso, total disponibilidade para, sintetizando, partilhar o que é do nosso conhecimento, bem como solicitar informação à Área Metropolitana de Lisboa que é útil à nossa atividade. Na essência os utentes do autocarro 333, em particular das paragens mais para o fim do percurso com destino Lisboa , situadas na Moita, e também Montijo, não podem confrontar-se com o facto de ‘apanhar’ o autocarro ser uma questão de sorte ou não.
Assim, identificámos como assuntos prioritários a considerar:
– Reforço e/ou reestruturação de horários, para resposta a paragens na Moita ( também Montijo) em período após o reforço das 7 horas ( e até 9h30/10h00 ?) , ou seja, considerar um período maior para a hora de ponta;
– No regresso, na Gare do Oriente, reforço e/ou reestruturação de horários no regresso, concretamente após as 18 horas.
Acresce que os utentes chamaram a atenção para a aproximação do período da deslocação das crianças, em autocarros, para as praias, temendo a escassez de respostas.
Tem sido, também, solicitado que se considere a introdução de autocarros aos domingos e feriados.
Já a pensar no futuro, surgiram sugestões que vão no sentido de ser estudado o concelho da Moita , processo que não pode ser alheio aos outros concelhos, de modo a encontrar oferta diversificada de meios de transporte público, a que o concurso público internacional venha a dar resposta.
Face ao exposto e ao abrigo das disposições constitucionais, legais e regimentais vêm os signatários, através de V. Exa. , requerer ao Senhor Presidente do Conselho Metropolitano e à Comissão Executiva da AML – Área Metropolitana de Lisboa, os elementos abaixo solicitados:
1. Qual é o aumento da procura de transporte público , na Península de Setúbal , após/com a introdução do PART?
2. No caso do transporte rodoviário que alterações de oferta já se verificaram na Península de Setúbal após a implementação do PART?
3. Está a ser considerado reforço e/ou reestruturação de horários, para resposta a paragens na Moita ( também Montijo) em período após o reforço das 7 horas ( e até 9h30/10h00 ?) , ou seja, considerar um período maior para a hora de ponta ? Quando e como ?
4. Está a ser considerado, no regresso, na Gare do Oriente, reforço e/ou reestruturação de horários no regresso, concretamente após as 18 horas? Quando e como?
5. Considerando que utentes chamaram a atenção para a aproximação do período da deslocação das crianças, em autocarros, para as praias, temendo a escassez de respostas, que tem a AML a referir?
6. Está prevista a introdução de autocarros aos domingos e feriados? Em que termos e quando?
7. Para construção do modelo de oferta de transporte público rodoviário subjacente aos concursos a abrir haverá algum período de auscultação das populações? Quando?
Com os melhores cumprimentos.
Assembleia da República, 31 de maio de 2019”
]]>Faço-o consciente das gravíssimas consequências que se fizeram sentir sobre um elevado número de famílias que se viram, subitamente, privadas dos seus entes queridos, da perda de bens pessoais que resultaram de uma vida de trabalho e da devastação do património de todos nós .
Nestas alturas surge mais claro para todos a dimensão da responsabilização da política e dos políticos.
Não porque sejamos nós, políticos, vistos como pirómanos. Mas porque é para nós, políticos, para quem a sociedade olha, mesmo que a devastação em pessoas e bens tenha causas naturais e imprevisíveis, como as que ocorreram. Olham-nos ajuizando o passado e o presente.
E é natural que assim seja. Ser político significa ser defensor da aldeia, da vila, da cidade, do país, talvez melhor dizendo, da pólis, e é esse o juízo que os eleitores têm de nós.
Por isso vos digo, esta é uma candidatura de responsabilidade, de homens e mulheres livres, que se apresentam para servir a comunidade com um projeto de futuro, aceitando o juízo livre dos cidadãos.
Projeto que não se suporta na obediência cega a ditames do chamado centralismo democrático, defendido e praticado pelos nossos principais adversários no poder na Câmara e na Assembleia Municipais, e mesmo nas freguesias, que exigem com uma mão o que negam com a outra. Chamam a isso dialética!… recusando atender às críticas justas e manifestando-se insensíveis ao progresso.
A desertificação não existe só no interior do país.
Existe em alguns municípios como este a que nos apresentamos.
Não que o município não tenha pessoas. Tem e mais de 60 mil. A desertificação é de outra ordem. A desertificação de que falo é de ideias e de desenvolvimento em solidariedade.
O município da Moita , mercê da força que tem sido dominante no concelho, o PCP, não tem tido nem terá respostas para a captação de investimentos e menos do investimento produtivo, capaz de criar empresas que geram riqueza e desenvolvem a recriação da esperança.
Para o PCP, estas respostas não lhes respeitam, aliás estas e tantas outras, como se o poder autárquico não fosse poder e tudo tivesse de ser feito pelo Governo central.
Nós não queremos que este concelho continue soturno, fechado em si e sobre si, coartando horizontes dos que cá vivem.
Lamento dizê-lo, mas o PCP fez deste concelho um município velho, de casas que mais parecem um vasto albergue residencial, sem vida própria, carente de tudo o que possa respirar bem-estar.
E para esconder o que está à nossa vista insistem em criar uma verdade alternativa.
A direita à nossa direita, pelo seu lado, porque se divorciou há muito de qualquer projeto de proximidade com os cidadãos, foi sempre incapaz de ser alternativa em qualquer concelho deste distrito de Setúbal. O que essa direita realizou no último Governo a que presidiu, agravou ainda mais o divórcio com os cidadãos.
Daí a nossa responsabilidade. A responsabilidade do Partido Socialista ser ainda maior.
Quero deixar claro, nós assumimo-nos conscientemente como a única alternativa responsável à atual governação local comunista, conscientes que o poder autárquico é um poder próprio e embora não soberano, terá uma responsabilidade crescente no futuro, cada vez mais próximo.
Todas estas razões justificam que tivéssemos cuidado muito das listas.
Cuidado da igualdade de género, através da valorização da meritocracia e não por meras razões percentuais. Afinal,o que conta para nós é o mérito e não o género por si só. Felizmente compatibilizámo-los. Somos na lista da Assembleia Municipal 27 meritórias mulheres e 27 meritórios homens.
Cuidámos também da inclusão de membros de diferentes gerações, mas cuidando sobretudo do amor às gentes do concelho onde residimos, com pessoas que dão a cara pelos outros, em liberdade, de forma solidária e apostando no futuro.
Com coragem. Com muita coragem porque o nosso principal adversário nem sempre é exemplo de convivência democrática.
O facto do concelho ser daqueles onde a abstenção nas autárquicas atinge valores inaceitáveis, diz tudo sobre a forma como o executivo está distanciado dos eleitores. São apenas 40% os votantes que vão às urnas.
Se virmos bem, o PCP é maioria absoluta neste Município com menos de 1/5 dos eleitores inscritos.
O PCP é, de facto, minoritário entre os eleitores e, no mínimo deveriam disso retirar lições, ao menos na arrogância com que têm tratado o PS, agora e finalmente reconhecido no Governo como um partido de esquerda. Já não era sem tempo.
Sabemos bem, pelo que se passa nas legislativas, que se os eleitores fossem nas autárquicas votar, o PCP há muito que não governava os destinos do concelho da Moita.
É importante que isto seja repetido à exaustão e deve ser pedido, sem complexos, aos eleitores, que vão votar. Se o fizerem, como sucede nas legislativas, será o PS a governar. Sempre que as pessoas se mobilizam a vitória é socialista.
Deixem-me falar sem rodeios. O que vos disse acontece assim porque há falta de ambição na nossa terra. Até isto o PCP arrebatou aos eleitores condicionando-lhes o direito à cidadania plena. O Partido Comunista tem o (mau) ‘mérito’ de ter sequestrado este território para o campo da inércia.
É ou não certo que por cá há um elevado grau de desinteresse? É ou não certo que por cá é diminuto o grau de exigência?
Estimados amigos e amigas.
Estamos aqui para forçar o fim deste estado de coisas. Não estamos nisto a marcar calendário porque sabemos que a coisa não é fácil. Estamos por convicção e porque não desistimos de lutar por melhor.
Antes de terminar, quero dizer-vos que vamos preparar o programa eleitoral para a Assembleia Municipal, sendo certo que connosco este órgão municipal deixará de ser o guarda costas acrítico da Câmara Municipal. Muito pelo contrário, vamos defender um funcionamento mais aberto onde estimularemos a participação informada dos cidadãos e das suas organizações. Será um espaço de valorização do debate público, em particular das grandes questões. O exercício connosco será de estímulo à livre participação e não há formatação condicionada do pensamento.
Connosco a Assembleia Municipal será a casa da cidadania.
E podem crer que estaremos à altura.
]]>O PS endereça os Parabéns ao Moitense por mais este aniversário e saúda todos os associados, atletas, técnicos e dirigentes desejando os maiores sucessos no âmbito desportivo e associativo.
]]>A Direção Politica Concelhia do PS na Moita aproveitou esta oportunidade para promover um jantar que juntasse militantes, simpatizantes e dirigentes nacionais e distritais.
O Presidente da Federação, dirigentes distritais e locais, para além de membros de outras concelhias, confraternizaram num jantar que decorreu numa das esplanadas da Festa, tendo em seguida realizado-se a habitual visita ao arraial e aos stands dos Partidos Políticos.
É de referir a presença dos deputados do PS eleitos pelo Círculo Eleitoral de Setúbal: Eurídice Pereira e André Pinotes Batista.
A iniciativa contou também com as presenças de Inês de Medeiros, Vice-Presidente do Conselho de Administração da Fundação Inatel; Catarina Marcelino, Eduardo Cabrita e Pedro Marques, os quais assumem as funções de Secretária de Estado para a Cidadania e Igualdade, Ministro-Adjunto e Ministro do Planeamento e das Infraestruturas no Governo, respetivamente.
Importa agradecer a todos os que nos prestigiaram com a sua companhia, respondendo positivamente ao nosso convite, contribuindo dessa forma para o sucesso desta iniciativa.
Esperamos que tenham gostado e ficado com a melhor impressão daquela que é a sede do nosso Concelho, a Vila da Moita.
Dos contactos estabelecidos com a população fizemos questão de demonstrar o quanto a mesma poderá continuar a contar com o esforço do PS, ainda que, localmente, esbarremos na permanentemente intransigência e no desrespeito da prática democrática por parte de quem nos governa há 40 anos.
Embora em ambiente de Festa não deixámos de vincar que continuaremos a defender os munícipes do nosso concelho para que estes vejam, cada vez mais, realizadas as suas aspirações no Concelho que escolheram para viver.
]]>//Artigo no Diário da Região [19-09-2016]
]]>Esta Comissão que enquadra 13 figuras do PS é liderada pela Secretária Geral Adjunta Ana Catarina Mendes e conta com a participação da nossa camarada Eurídice Pereira.
]]>À semelhança de outras deslocações já efetuadas ao Palácio de S. Bento/Assembleia da República, vimos convida-lo/a para uma próxima visita. Trata-se de uma iniciativa que resulta da estreita colaboração entre as estruturas locais do PS , entre as quais a JS e a camarada Deputada Eurídice Pereira.
O convite é extensivo a militantes, simpatizantes e família.
Para além de uma visita guiadas às instalações em que ficará a conhecer o Átrio Principal, a Escadaria Nobre, o Claustro do Antigo Convento, o Salão Nobre, a Sala do Senado, o Hemiciclo, as obras de arte, entre outros, poderá assistir a parte de uma sessão plenária do Parlamento, órgão que representa todos os cidadãos portugueses e que assume a competência política, legislativa e tem como função fiscalizar a atividade do governo. Em suma a casa da democracia.
A iniciativa terá lugar no dia 14 de Setembro, quarta feira , com partida marcada para as 13.30 horas, em local a indicar, para aqueles que pretenderam deslocar-se em autocarro que se pretende alugar. O custo da deslocação será determinado em função do número de participantes, esperando-se, obviamente, que o autocarro atinja o seu limite a fim do valor ser quase simbólico.
As inscrições devem ser feitas pelo formulário de inscrição, até ao dia 9 de Setembro de 2016, e devem ser indicados os seguintes dados:
– Nome completo
– Número do BI ou Cartão de Cidadão
– Número de contacto telefónico e endereço de e-mail
Formulário disponível em: https://goo.gl/zDSNPF
Em caso de dificuldade, contacte-nos directamente, via mail ou para o numero 93 648 40 82.
Contamos consigo.
Saudações socialistas
Moita, 24 de Junho de 2016
]]>